mai
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Registros

E mesmo a viagem não sendo à passeio, sempre tem aquele momento “blogueira”. Quem convive comigo, me respeita e me segue, sabe que eu tiro foto meeeesmo! Adoro e registro tudo que eu gosto e acho interessante. Quem dera se todas as preferências mundiais fossem tão simples e tão inofensivas, não é mesmo?
E aí que eu registrei algumas coisinhas que eu achei bacana e que fizeram parte do meu fim de semana. Alguns lugares, detalhes, comidinhas, pessoas, artesanato. Um pouquinho de cada coisa que me chamou a atenção.
Vem ver!
Strassberg Tortas Alemãs, foi uma parada bem pertinho do nosso destino. Um lugar mais que gostosinho com super delícias e uma loja com objetos de decoração e móveis de demolição. Achei tudo super bacana!














Cachaçaria Água Doce – Maringá











Taís um Post gigantão! Rsrsrs

abr
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Dia 305 – Eu fui de Chapéu

Hoje é segundona, abençoada…, mas o look é de final de semana!
Uma produção super despojada e charmosa! Saí de chapéu!

Onde você vai de chapéu?

Eu vou por aí
Aqui ou ali
Vou sair pra onde eu quiser
Ainda tenho que me decidir.

Vou aproveitar a energia do Sol
E dos raios nem quero me esconder
Vou fotografar o melhor ângulo
As melhores fotos sempre revelam
O mais belo do entardecer.

Ou então vou sair na chuva
No tempo nublado, cinza ou segurar meu Chapéu para que ele não se vá na Ventania
Vou tomar um café, um chopp, um chá…
Sentar em qualquer lugar e curtir a melhor companhia.

O chapéu?
É só um detalhe, só veio a acrescentar
Talvez um pouco de charme, glamour, estilo ou ousadia
O meu look já estava pronto desde que acordei
Formado por um combo de alegria, sorriso, otimismo, esperança
E de tudo mais que planejei!

Bom Dia!













CORPOREUM – RENNER – BLUE BANANA

mar
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Fim de Semana

A gente passa a semana toda esperando por ele. O bendito fim de semana acaba sendo sinônimo de algo bom.
Me lembro de quando era criança e torcia pra que ele chegasse. Aí não tinha aula, provavelmente ia rolar alguma ou outra brincadeira ou eu ia simplesmente fazer penteados na minha mãe…
Depois, enquanto “mocinha” ele era esperado com muita ansiedade, porque vai que ia acontecer uma baladinha, um gatinho, uma saidinha…
Ele também já foi motivo de cansaço ou desgosto…mas esses prefiro deixar pra lá.
E aqueles que você espera tanto, tanto, que quando ele chega ele já acabou. Sério! Já dizia alguém que a espera é melhor que o fato. Já pararam pra pensar ou notar como é gostoso esperar por uma coisa que a gente quer muito? A gente se prepara, experimenta mil vestidos, pensa no cabelo, ajeita a mala, pensa no look, faz os quitutes, prepara a decoração. coloca a cervejinha pra gelar…ufa! É ou não é uma delícia? E o fim de semana é mais ou menos assim. Tudo bem que nem sempre ele é como a gente espera, as vezes mais, as vezes menos, mas a gente sempre espera por ele e acredita que vai ser sempre bom.
Fim de semana com família é tudo! Aqueles que todo mundo se encontra, bate papo, comidinha de mãe, muito riso.
Tem aqueles da preguiça. Aqueles que a gente coloca o pijamão na sexta e vai tirar só na segunda de manhã. Aí tem filme, cochilada, pipoca, chocolate, muuuito café, pizza… Esses também são uma belezura.
Tem os amantes de esportes, de viagens, de jogos, de gastronomia… cada um se joga como pode, como deve, como precisa.
E que venham os finais de semana, e que venham as expectativas, as alegrias.
De um jeito ou de outro, vale a espera.

mar
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Happy My Day

São 35 anos de vida…
A gente nasce todos os dias. Todo dia temos a oportunidade de fazer de novo, fazer melhor ou de simplesmente fazer.
A verdade á que sou uma pisciana tola. Adoro dar e ganhar presentes, adoro amigos, reunir pessoas e família que é o que me faz bem, adoro que precisem de mim, que sintam minha falta, adoro comemorar, me apaixonar, tanto que me apaixono todos os dias pelo meu marido, meus filhos, meus amigos, minha família, e isso é excepcional! Detesto? Solidão.
Hoje me vejo melhor, me sinto mais bonita, completa, madura, mulher.
Tudo bem. Passei muitos anos me escondendo da minha magreza, me comparando às curvas e “gostosuras”. E hoje, a magreza se foi e eu convivo com “pequenos” volumes deselegantes que chegaram sem pedir licença. E eu, tento disfarçá-los da maneira que considero melhor. E quem se importa com isso, não é mesmo?
Luto diariamente contra tudo aquilo que pode me fazer mal de alguma forma. Luto contra certas escolhas que fiz e que até hoje me atormentam, luto contra desejos que me fazem mal, luto contra o demônio do mau humor que às vezes tenta se alojar, luto, luto… e o que é a nossa vida a não ser uma constante luta contra o bem e o mal, o certo e o errado…
Me arrependo, nossa como eu e me arrependo! Do que eu não fiz? Sim, de algumas coisas que não fiz e de muitas, muitas coisas que eu fiz. Os anos, os tombos, as surras, as humilhações, as lágrimas, me ensinaram e me fizeram sim me arrepender. Sábias palavras de minha Mami “se sente dor é porque aprendeu, pior seria se nada sentisse” e como eu já disse, nascemos todos os dias e temos novas chances, novas oportunidades.
A verdade é que a vida nos dá o livre arbítrio. Podemos escolher em viver com peso, com mau humor, com pessimismo, ou simplesmente viver. Sorrir mais, cantar mais, dizer bom dia, abraçar, acreditar.
Todos os dias EU tenho a chance de escolher o “meu look”. Ou me visto de tristeza ou me visto com um espetacular bom humor e boto a cara cheia de sorrisos para o mundo.
Acho que prefiro sorrir, porque aí não tem erro. Eu sei que me cai bem…


Flores do Meu amor… pra me emocionar…

mar
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Noite? Que Noite?

Ultimamente tenho culpado o tempo. O calor insuportável me agride e não permite que os sonhos se aproximem. Balela…

Noite passada tive a impressão de ser o “Volcano, a Fúria” em pessoa. Estava a ponto de “derramar” e o pior, a conseqüência: sair “queimando” tudo pela frente.

Levantei e apostei todas as minhas fichas em um duplo copo d’água, gelado não, porque detesto. Ele aliviou um pouco do que eu senti, mas não eliminou. Uma busca nos canais da TV também foi uma alternativa desesperada de quem perde o rumo na madrugada.  Nada que me chamasse a atenção conseguiu me distrair. Claro que eu não gostaria de informação política, cultural ou imoral naquela hora. Bastava algo que ativasse o lado do sono, se é que ele existe. Mais uma tentativa frustrada. Pensei que talvez alguns cliques no meu computador pudessem me ajudar ou até quem sabe me inspirar. Pois “ele” olhou pra mim com desdenho e não correspondeu a tanto amor dedicado durante o dia, horas a fio.

Olhei pela janela e percebi que finalmente a luz do dia se aproximava. Uma sensação de alívio imediato me consumiu. O dia estava chegando para que eu pudesse me livrar da tormenta que a noite me proporcionou. Ironia… eu que amo a noite…

Além de me aliviar, a claridade trouxe pra mim a pura realidade. Hora de correr atrás, de realizar tarefas, de ajudar os filhos com as atividades escolares, de pôr à mesa aquele almoço que só eu sei fazer, de compromissos, de mãe, de filha, de esposa, de amiga, de profissional, sorrisos (por favor). Pelo menos alguma coisa pôde ser feita, algum sucesso pra mim seria merecedor. Em intervalos pensei o que me reservava a noite, o silêncio da noite.

Vou me acostumando com o fato de que melhor um dia produtivo que uma noite ingrata. Só esperava que ela me abraçasse e que me agradecesse por ter sido merecedora de mais um dia.

Por que não também de uma boa noite?!

 

Cissa lanci

 

 

fev
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Eu Marrom

Aqui vou postar textos que escrevo. Adoro escrever, nem importa se é bom ou não, mas acaba se tornando uma terapia pra mim. E como aqui nesse espaço tem de tudo um pouquinho, meus textos também vão aparecer. kkk
Vou começar assim…

Recebi uma proposta de um Memorial da vida escolar quando estava na faculdade. Algumas reminiscências afloraram à minha mente. Algumas coisas eu não gostaria de lembrar.
Tinha a escola, a primeira que estudei, casinha de bonecas, balanço, areia. A professora cantava a música do “telefone”.
Veio a mudança, a fazenda, a nova escola. Detalhes que dispensam comentários por aqui.
E foi aí que a minha cor se tornou minha inimiga.
Me lembro de colegas que me faziam me sentir diferente por causa dela. Buling? Prefiro chamar de força…

Nasci em uma família feliz
Pai, mãe, irmãos
Qual era o meu problema eu não sei
Retornar ao meu passado e pesquisar
É o que hoje me faz sentir, amar-me e sorrir.

Minha infância, não me pergunte
Não sei e não gosto de falar
Ainda dói em minha pele e em meu coração
As duras palavras, gestos inconsequentes e as tentativas em vão.

Na escola descobri que precisava ser forte
Só descobri, mas ser, não consegui.
Minha mãe, minha vida, assim como eu, sofria
E me defendia…
E eu, nela, minhas esperanças insistia.

Coleguinhas, colegas, garotos
Na escola eu não fui feliz
Tinha medo do sinal que o final da aula anunciava
Lá estavam eles, os garotos
Sem nenhum respeito, a minha cor ressaltavam
As lágrimas escorriam e para sempre minha vida marcavam.

Em casa, a água era minha confidente
E até mesmo uma esponja de “bombril”
“Por favor, me clareie, me faça branca, para que eu seja igual aos outros, por favor”
Mas a água nada fazia
E tudo igual permanecia.

Por que ser marrom, chocolate?
Ser diferente é realmente necessário?
Com o passar dos anos foi dando pra notar
Se era assim que tinha que ser
Precisava me aceitar
Pelo menos pra melhor viver, crescer e me ajudar.

Assim talvez ficaria melhor…
Meu nome é Maria Cecília
Sou marrom, chocolate…
Sou filha, mãe, educadora
E da minha vida “doutora”
Sou guerreira, sou amiga, doce e companheira
Ainda preciso vencer alguns monstros
Mas agora já consigo ser mais verdadeira.

A vida assim se fez pra mim
A Deus só digo obrigada
Obrigada pela minha mãe e pelos meus filhos
Pelo meu trabalho, meus amigos
Pela minha cor chocolate
Pela forma de ser diferente, de qualquer jeito sou gente.
E aos meus coleguinhas, colegas, garotos
Quero muito agradecer
Me fizeram me dar mais amor
Perceber e gostar da minha cor.

Infância precisa marcar
Precisa ter o que contar
A minha foi assim
Cheia do que lembrar
O mais marcante nela, é só um chocolate provar
No que ela me transformou
Basta para mim olhar…

(Esse poema foi elaborado diante de uma proposta escolar quando então já cursava graduação. Retrata verdadeiramente toda a emoção que vivi, o amadurecimento que chegou e o reconhecimento dos que na minha vida influenciaram positivamente)